Diário de bordo

Ruta 5 – a Pan-americana que corta o Chile

Por em 8 de junho de 2016

Mudamos de lado e agora vamos subir pelo Chile, já conhecemos a Argentina profundamente e tem mais quando chegarmos ao norte, por isso resolvemos andar um pouco pelo Chile, além da pista ser bem melhor e mais rápida.
Andar pela ruta 5 , a estrada Pan-americana do Chile, nos fez lembrar do Brasil pista larga, várias faixas e um pedágio a cada 60 km. Ficamos um pouco assustados com a quantidade e valor dos pedágios no Chile, mas como vamos percorrer a pan-americana quase toda vamos ter que nos acostumar a ver nosso suado dinheirinho indo embora.

Depois do susto que tomamos com a ruta 40 interditada achamos melhor andarmos por caminhos “mais civilizados” e como nosso destino era Santiago seguimos firme e forte parando em quase todas as barraquinhas de beira de estrada para comprar queijos.

O caminho até Santiago não trouxe nenhuma surpresa, passamos por Temuco, Los Ángeles, Talca, até finalmente chegarmos a Santiago. Como de costume desde o início da viagem, quando chegamos à alguma cidade grande sempre ficamos em hotel, aqui em Santiago não foi diferente, mas como hotel com estacionamento era bem caro resolvemos ficar pela primeira vez em Airbnb e a experiência foi no mínimo…. estranha.

Ficamos em um apartamento de um casal de idosos e descobrimos mais tarde em meio a conversas que o senhor apoiava a ditadura que ocorreu no Chile e acabou nos criticou por querermos ir ao museu de direitos humanos, alegando que lá só existia inverdades. Polêmicas a parte, a experiência de dormir em um quarto dentro do apartamento de alguém não foi muito confortável, somos muito independentes e valorizamos muito nossa privacidade por isso foi bem estranho.

Santiago foi um passeio bem bacana, andamos todos os dias de transporte público que funciona super bem e conhecemos os principais pontos da cidade. Comemos muito sushi  e tomamos vários drinks, uma coisa bem estranha em Santiago é que você não pode sentar em um bar/restaurante e beber bebidas alcoólicas sem pedir algo para comer, obrigatoriamente você precisa pedir comida se não o drink não pode ser servido. Descobrimos também que a noite de Santiago acaba bem rápido, os bares estavam todos fechando por volta das 21h e a única coisa que nos restou foi comprar vinho e petiscos no mercado e ficar bebendo trancados no quarto.

Atenção aqui para quem gosta de vinhos, é tudo muito barato, barato mesmo, os vinhos chilenos são ótimos e pagamos em média R$8,00 na garrafa. Resultado disso? Vamos seguir viagem com a Baunilha lotada de vinhos.
Outra coisa que descobrimos no Chile foi um petisco que vende nos mercados e fica perfeito para acompanhar cervejas, o nome é meio estranho “pitchanga” mas é uma mistura de legumes em conserva (tipo picles) com queijos e outros tipos de frios no meio.

Em outro post escrevo um pouco mais do que vimos aqui em Santiago, por enquanto só estamos registrando um diário de bordo mesmo.
Até o próximo destino!

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Daianny Lima e Jefferson Bernardino foram acometidos pelo vício da viagem e desde então viajam o mundo em busca de novas descobertas e experiências, sempre contando suas novas aventuras aqui no Tripdelic!

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